As Black Cab Sessions andavam um bocado pela mó de baixo. As far as I'm concerned, desde que, há um ano, meteram os Weezer na parte de trás de um táxi que não aparecia nada de jeito. Mas redimiram-se ao mais alto nível. Após três anos a tentarem, conseguiram finalmente que a senhora Leslie Feist participasse, com uma versão acústica de "The Undiscovered First", canção do seu último disco "Metals", que não é melhor porque é só um. Tomem lá coisa boa, e depois checkem o Vimeo das BCS. Tem lá muito pitéu.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Foda-se, o que as pessoas são capazes de fazer por dinheiro - Episódio #1 - Necrofilia
Este nelo aqui à esquerda na foto, Alfonso Diez Carabantes de seu nome, é um dos gajos mais corajosos de sempre, Tarzan e Indiana Jones juntos não lhe dão a volta.
É preciso ter túbaros para casar com aquela espécie de mulher sentada a seu lado, metade múmia-metade símio, que com os seus 85 anos tão mal conservados se podia dizer que tinha andado na escola com o Miguel de Cervantes que ninguém ousaria discordar.
Mas acontece que a desfalecida é também dona de uma fortuna superior a € 5 mil milhões, o que fez o desgraçado do Alfonso pensar que valia a pena o sacrifício de ter de arriscar beijar ou até mesmo praticar o coito com aquilo que em tempos foi a Duquesa de Alba.
Ainda há heróis.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Team Juno is back
Espero coisas boas daqui. O realizador Jason Reitman e a argumentista Diablo Cody, que juntos fizeram a pérola indie de 2007 "Juno" vão voltar a unir esforços em "Young Adult", com Charlize Theron no principal papel. Estreia nos EUA no final do ano e deverá cá chegar no primeiro trimestre de 2012. Diz que é uma comédia negra e que a Charlize brilha.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
+ Arrested Development em 2013
Depois dos rumores, eis a confirmação: vai haver mesmo mais "Arrested Development". Na "cast reunion", durante o festival da revista New Yorker, foi anunciada uma nova série de 9 ou 10 episódios que culminarão num filme. Mas não vale a pena suster a respiração porque isto é coisa para estrear lá para 2013. Ainda assim, é óptimo saber que a épica família Bluth vai voltar, e aparentemente intacta. Mais info aqui.
sábado, 24 de setembro de 2011
Nevermind 20
No dia em que passam exactamente 20 anos sobre o lançamento do álbum sobre o qual se instalou o clichè
de dizer que mudou o curso da história da música, deixo em jeito de
homenagem a essa grande banda que foram os Nirvana e a esse ícone maior
dos últimos 25 anos do rock, Kurt Cobain, a minha canção favorita do
"Nevermind". Porra, como o tempo passa.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
77
There is a crack, a crack in everything
That's how the light gets in.
That's how the light gets in.
Parabéns, sr. Leonard Cohen.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Crap albums by otherwise great bands.
Isto agora é só listas. Pegando no desafio lançado no Facebook da
revista inglesa New Musical Express, vou prestar-me a elaborar uma
sucinta lista de discos feitos por boas bandas, cujo resultado final é
uma grande nódoa na sua discografia, mas das quais conseguiram
recompor-se. Isto porque uma lista de bandas que eram boas e começaram a
fazer música de merda e por lá continuam, isso dava para escrever um livro.
Metallica - "St. Anger" (2004) - Este deve ser o melhor exemplo. A maior e melhor banda de metal ter caído tão fundo com um disco intragável como este é algo que fica na História. O tema-título é demasiado longo mas ainda se ouve, agora o resto é uma trampa monstro, que consegue fazer da mal-amada parelha "Load/Reload" um pitéu impecável. Ainda que continuem a viver das coisas antigas, redimiram-se com classe com o muito bom "Death Magnetic" e ao vivo tocam um som do "St. Anger" uma vez em quinze concertos, pois eles sabem bem o que fizeram.
Deftones - "Saturday Night Wrist"
(2006) - Não que o anterior disco fosse grande espingarda, mas ainda
comportava alguma da genialidade de "White Pony" e da irreverência dos
primeiros 2 discos. Agora este 5º disco não é muito nem é pouco: não é
nada. Uns Deftones demasiado esotéricos e digitais, sem chama nem
melodia, cheguei a temer por eles. Mas esta falha foi muito bem
colmatada com o excelente regresso em 2010 com "Diamond Eyes", um disco
do caraças, mesmo sem Chi Cheng no baixo. Por mim estão perdoados.
Kaiser Chiefs - "Yours Truly, Angry Mob" (2007) - Bem, que penalty este. Depois de um dos grandes álbuns de estreia da década ("Employment"), ao segundo disco os KC quiseram experimentar, de tal maneira que nem pareciam a mesma banda. O single ainda enganou muita gente, mas o disco estava a eras daquilo que sabem fazer. Mas eles perceberam isso, e em "Off With Their Head" conseguiram encontrar o equilíbrio entre o 1º e º 2º e fazer um disco que já se ouve muito, muito bem. Este de 2007 é que é sofrível.
H2O - "Go" (2001) - A troca de
editora da Epitaph para a MCA provocou uma grande alteração na
sonoridade da banda, pois houve uma clara tentativa de fazerem aos H2O o
mesmo que tinham feito aos Blink 182, na mesma editora e com o mesmo
produtor. Este disco apresenta uma versão polida da banda de NYC, não só
no som como nas próprias letras, difícil de engolir para quem conhece o
passado da banda. Mas um hiato de sete anos, com os membros a
casarem-se, a serem pais e a fazerem outras bandas, deu o tempo para
pensar necessário e para que o regresso em 2008 ("Nothing To Prove")
fosse explosivo, que só não é o melhor disco deles porque "F.T.T.W." de
'99 é uma masterpiece.
The Mars Volta - "Amputechture" (2006) - A banda que surgiu das cinzas dos At The Drive-In, levou ainda mais longe a inqualificabilidade do som das bandas de Cedric Bixler e Omar Rodriguez-Lopez. Ainda assim, o belissimo álbum de estreia "De-loused in the Comatorium" e também o seu seguidor são dois grandes discos daquilo que de um modo redutor se chama "rock progressivo".
Eles sempre fizeram o
que queriam, mas o 3º disco é demais. A cacofonia antes temperada
com uma dose certa de melodia, guitarras e percussão de luxo, surge aqui
crua, abrasiva e mais electrónica, salpicada a espaços com
momentos mais ligeiros, mas ainda assim, disco é muito difícil de ouvir e mais valia terem estado quietos. Isto porque depois fizeram
"Bedlam in Goliath", que volta a mostrar uns TMV mais iguais a si
mesmos, ainda que diferentes do som do início. Mas bem melhores.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Cinco disquitos para a rentrée
A bem dizer, dos três últimos só conheço os singles; do "pai" Godinho (saiu ontem) ouvi algumas em esboço ao vivo na Culturgest há uns meses e mais uma que está no youtube, e só ontem e hoje ouvi o da St. Vincent acabadinho de sair também (e estou capaz de arriscar que é a melhor coisinha que ela já fez na vida). Mas é com grande expectativa que espero os novos trabalhos de todos, desde o regresso após 7 anos do mestre Waits, à miss Feist, melhor voz do Canadá e arredores, aos seus velhos amigos de Chicago, os Wilco (consta que este já caiu na net mas ainda não fui ver), tudo discos a saírem nas próximas semanas.
Até agora o meu top 3 de 2011 passa pelos discos de Iron & Wine, Black Lips e Bon Iver, por esta ordem, e conto ver este triunvirato posto em causa muito brevemente. Alguma sugestão por aí?
Wilco - "I Might" (2011)
terça-feira, 13 de setembro de 2011
O atleta do ano
"Caguem no futebol, ténis é pura poesia."
Já não há adjectivos para qualificar a época histórica que Novak Djokovic está a fazer, nem forma de explicar a supremacia do seu ténis actual sobre os demais tenistas, meros mortais, e principalmente sobre os semi-deuses Nadal e Federer, ambos castigados no caminho para o seu terceiro Grand Slam da temporada, no US Open, depois do Open da Austrália e de Wimbledon.
Leva um recorde histórico de 58 vitórias e apenas 2 derrotas desde Janeiro. Jogou 12 torneios e papou 10: 1 ATP 250, 1 ATP 500, 5 ATP Masters 1000 e 3 Grand Slams! Só vacilou com Federer nas meias-finais em Roland Garros e com Murray na final em Cincinnati (aqui desistiu com uma lesão).
Nem o rei Roger no seu auge ou o Rafa de 2008 conseguiram uma temporada tão dominante.
Novak está neste momento com um ténis intensissimo de um nível estratosférico, com nenhum ponto fraco identifcável, com uma forma fisica absurda e com uma confiança inabalável, que o torna uma espécie de super-tenista, virtualmente invencível, algo raro de ver em qualquer modalidade que seja.
Senão houver lobbies pelo meio, este terá de ser considerado o atleta do ano.
Cada vez gosto mais de ténis.
sábado, 10 de setembro de 2011
Ten days to awesomeness
"There was a voice on the tape that blew my mind."
Duas horas de Pearl Jam na primeira pessoa, num ecrã de cinema. É o topo, you can't beat that.
pj20.com é O site por este dias.
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