Melhor sms deste ano?
"Ganha um autógrafo da Rita Pereira..."
Bom. Muito bom.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Boys Do Cry
A verdade é que essa virilização imposta ao petizes levou à criação de uma convenção social que "impede" o homem de chorar, muito menos em público.
Criou-se a ideia de que 'homem que é homem não chora' e raramente vemos um suposto macho na tv ou no cinema a verter lágrimas copiosamente, mesmo que lhe tenham morto a família toda. Nada. O homem quer-se insensível e racional, o pranto fica para elas.
Porém, se pensarmos no domínio do desporto, veremos que esse cliché já caiu há muito. Basta lembrar o Eusébio em 66 a chorar como um bebé depois de sermos eliminados pela Inglaterra. Ou o Rui Costa a chorar no meio do jogo quando marcou um golo ao seu slb pela Fiorentina.
Os exemplos são incontáveis.
Mas assim de repente não me lembro de nada tão comovente como o que vi hoje.
Simplesmente desarmante.
Lágrimas nos olhos, chorar não é vergonha.
Grande.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Pergunta de algibeira? #4 - versão parva
Está de chuva. A chuva molha.
O que vem a calhar para esta adivinha seca que tenho para vós.
Sabem porventura qual é que é a maior palavra do dicionário?
Pensem ao som desta bela canção do novo disco dos chico nando, que é cá mai buom.
O que vem a calhar para esta adivinha seca que tenho para vós.
Sabem porventura qual é que é a maior palavra do dicionário?
Pensem ao som desta bela canção do novo disco dos chico nando, que é cá mai buom.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
"O funesto fado da Sra. Wildenstein"
[Advertência: as imagens que se seguem podem ferir a sensibilidade, a vista ou o estômago do leitor. ups, já não fui a tempo, pois não?]
Hoje trago-vos uma história de terror.
Muitos já terão visto algures a mulher nesta foto mas poucos saberão a história que precede tão medonho semblante.
Jocelyn, hoje com 68 anos, foi outrora uma formosa jovem suíça que se casou com um multimilionário francês e se mudou para Nova Iorque.
Tudo corria bem até que um dia descobriu que o marido andava a morder fruta menos madura que ela, que na altura já era um coirão na casa dos 50.
Sabendo da adoração que o marido tinha por felinos, ao ponto de passar mais tempo na companhia deles na sua savana privada que com a mulher, a Sra. Wildenstein teve uma ideia que se veio a revelar terrível.
Dirigiu-se ao melhor cirurgião plástico de NYC e pediu que ele lhe desse uma aparência mais felina, pensando que assim reconquistaria o amor do marido que parecia escapar-se-lhe.
O resultado está à vista.
Reza a história que quando apareceu em frente ao marido com este rosto, este pôs-se a correr pela casa a fora, tentando escapar daquele monstro mitológico que tinha conseguido entrar em sua casa.
O divórcio foi inevitável, pois se o marido já não queria nada com ela quando ela tinha cara de pessoa, agora com aquela fronte irreal no valor de 4 milhões de dólares em plásticas, mistura de Mickey Rourke com o Cats e com um filme série-b de monstros qualquer, é óbvio que não dava mais.
O amor é cego mas não exageremos, não é?
Podem ler os pormenores aqui, se tiverem coragem.
Bom fim-de-semana.
Muitos já terão visto algures a mulher nesta foto mas poucos saberão a história que precede tão medonho semblante.
Jocelyn, hoje com 68 anos, foi outrora uma formosa jovem suíça que se casou com um multimilionário francês e se mudou para Nova Iorque.
Tudo corria bem até que um dia descobriu que o marido andava a morder fruta menos madura que ela, que na altura já era um coirão na casa dos 50.
Sabendo da adoração que o marido tinha por felinos, ao ponto de passar mais tempo na companhia deles na sua savana privada que com a mulher, a Sra. Wildenstein teve uma ideia que se veio a revelar terrível.
Dirigiu-se ao melhor cirurgião plástico de NYC e pediu que ele lhe desse uma aparência mais felina, pensando que assim reconquistaria o amor do marido que parecia escapar-se-lhe.
O resultado está à vista.
Reza a história que quando apareceu em frente ao marido com este rosto, este pôs-se a correr pela casa a fora, tentando escapar daquele monstro mitológico que tinha conseguido entrar em sua casa.
O divórcio foi inevitável, pois se o marido já não queria nada com ela quando ela tinha cara de pessoa, agora com aquela fronte irreal no valor de 4 milhões de dólares em plásticas, mistura de Mickey Rourke com o Cats e com um filme série-b de monstros qualquer, é óbvio que não dava mais.
O amor é cego mas não exageremos, não é?
Podem ler os pormenores aqui, se tiverem coragem.
Bom fim-de-semana.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Barack não desilude
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
O panda vai à escola, o panda é que sabe.
Este blogue é didáctico.
Este blogue é pedagógico.
Este blogue é estúpido.
Mas esta música é muito boa, ok?
Este blogue é pedagógico.
Este blogue é estúpido.
Mas esta música é muito boa, ok?
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Rónaldo ou Runaldo?
Deixem lá o prémio da FIFA.Esta sim, é a grande notícia do dia.
Afinal, parece que se não fosse o paralelepípedo do Alberto João Jardim, o Cristiano Ronaldo não era ninguém.
Ahahah.
Está tudo aqui.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Doutor, preciso de ajuda
Antes do Dr. House, este era o maior.
Vá, para combater o calor polar que por aí anda, tudo a dançar freneticamente ao som do mágico Dr. Albano, esse grande curandeiro da dance music.
Mais uma pérola dos míticos anos 90.
Eu indago-me:
E os brasileiros da Rádio Cidade, que será feito deles?
E porque acabou essa fabulosa colectânea que era o Supermix?
E para quando um 'revival' da cassete áudio?
Tudo perguntas que mereciam uma resposta.
Vá, para combater o calor polar que por aí anda, tudo a dançar freneticamente ao som do mágico Dr. Albano, esse grande curandeiro da dance music.
Mais uma pérola dos míticos anos 90.
Eu indago-me:
E os brasileiros da Rádio Cidade, que será feito deles?
E porque acabou essa fabulosa colectânea que era o Supermix?
E para quando um 'revival' da cassete áudio?
Tudo perguntas que mereciam uma resposta.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Rei de Copos
Tenho o prazer de conhecer um poeta urbano-campestre, espécie de Miguel Torga mas cheio de Super Bock, que em situação alguma interrompe o seu discurso por não saber pronunciar um nome, expressão ou o que for.
Leva tudo a eito, qual corta-relva da língua portuguesa e não só. Chamemos-lhe "o metralha".
Por esta razão, o artista tornou-se uma verdadeira Academia das Ciências ambulante, tal é o número de palavras e expressões novas que já institucionalizou, muitas delas usadas regularmente por um considerável número de pessoas.
Qualquer número entre 5 e 10 não andará longe.
Provavelmente um dos ex-libris daquele a quem já chamam o Mia Couto da Petrogal é a sua versão da expressão inglesa "take it easy", que ganhou todo um novo sentido assim que saiu da sua boca.
O grande metralha, pouco dado a estrangeirices, vai de aportuguesar a dita, o que culminou num espectacular "tá carisio", que se tornou desde então uma sinónimo não do original mas de uma situação que não está a correr bem.
Por exemplo nesta situação:
-Vais todo pinante para a night e levas alta barra à porta da disco?
-Tá carisio.
-Estás sem transportes para casa e vais ter de pagar um belo punhado de euros de táxi?
-Tá carisio.
-Vais ao multibanco e levas com "O seu saldo não lhe permite efectuar a operação"?
-Tá carisio.
E assim sucessivamente. Como vêem, é uma expressão que se usa em qualquer situação, sempre com elegância e requinte.
Isto tudo para quê?
Primeiro para homenagear um dos maiores super-heróis que por aí anda e depois para dizer que 'tá carisio' porque já acabou o dia de reis e eu não comi um nadinha que fosse de bolo-rei.
Acho mal.
Leva tudo a eito, qual corta-relva da língua portuguesa e não só. Chamemos-lhe "o metralha".
Por esta razão, o artista tornou-se uma verdadeira Academia das Ciências ambulante, tal é o número de palavras e expressões novas que já institucionalizou, muitas delas usadas regularmente por um considerável número de pessoas.
Qualquer número entre 5 e 10 não andará longe.
Provavelmente um dos ex-libris daquele a quem já chamam o Mia Couto da Petrogal é a sua versão da expressão inglesa "take it easy", que ganhou todo um novo sentido assim que saiu da sua boca.
O grande metralha, pouco dado a estrangeirices, vai de aportuguesar a dita, o que culminou num espectacular "tá carisio", que se tornou desde então uma sinónimo não do original mas de uma situação que não está a correr bem.
Por exemplo nesta situação:
-Vais todo pinante para a night e levas alta barra à porta da disco?
-Tá carisio.
-Estás sem transportes para casa e vais ter de pagar um belo punhado de euros de táxi?
-Tá carisio.
-Vais ao multibanco e levas com "O seu saldo não lhe permite efectuar a operação"?
-Tá carisio.
E assim sucessivamente. Como vêem, é uma expressão que se usa em qualquer situação, sempre com elegância e requinte.
Isto tudo para quê?
Primeiro para homenagear um dos maiores super-heróis que por aí anda e depois para dizer que 'tá carisio' porque já acabou o dia de reis e eu não comi um nadinha que fosse de bolo-rei.
Acho mal.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Quinta-feira
Like calendars dying
at New Year's Eve parties
As we kiss hard on the lips
and swear this year
will be better then the last
Ten seconds left
until midnight
nine chances to drown ourselves
in black hair dye
eight faces turned away
from the shock:
seven windows and six of them
were locked
five stories falling
fo(u)r ever and ever
three cheers to the mirror
now there are two of us
can we have one last dance?
Zero.
Bom ano para mim.
Bom ano para ti.
at New Year's Eve parties
As we kiss hard on the lips
and swear this year
will be better then the last
Ten seconds left
until midnight
nine chances to drown ourselves
in black hair dye
eight faces turned away
from the shock:
seven windows and six of them
were locked
five stories falling
fo(u)r ever and ever
three cheers to the mirror
now there are two of us
can we have one last dance?
Zero.
Bom ano para mim.
Bom ano para ti.
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