quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Ninguém me perguntou nada mas... #2

... num ano bastante bom em termos de oferta, estes foram os 10 melhores concertos que vi em 2008.

10º Deolinda @ Bons Sons
9º Franz Ferdinand @ Sudoeste
8º Gogol Bordello @ Alive
7º Bob Dylan @ Alive
6º Feist @ Aula Magna
5º David Fonseca @ Coliseu
4º Metallica @ Rock In Rio
3º Rage Against The Machine @ Alive
2º Leonard Cohen @ Algés
1º Neil Young @ Alive
Menção honrosa para O'questrada @ Bons Sons.

Todas as fotos da Rita Carmo(Blitz), excepto Deolinda(minha)e Bob Dylan(google).

Ah e a desilusãozita do ano: MGMT @ Alive.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Back to school

Chego a casa tortinho, ligo a tv, faço um zapping rápido.
Paro na tvi.

Está a dar aquele concurso espectacular, apresentado pela ex do Lourenço, da turma dos tigrões da 'Badela, liderados pelo épico Serginho Calção-de-Licra, ex-dono do mítico Kuadrados, esse grande bar que já nos deixou, qual ente querido.

Quem? O quê? Onde? Não interessa.

Interessa é que de um quadro de 15 letras, pedia-se que encontrassem uma palavra de 5-letras-5 e ligar para lá para ganhar um dinheirito fácil.
Busco os óculos, faço 'focus' e fico à espera que atendam algum pobre tarado das madrugadas, só naquela.
Passado um minuto, liga para lá um grande imbecil daqueles que já se julgavam extintos e arrisca.
Sabem o quê?

... Prenda.

Só tenho uma palavra de 5 letras para isto:

vai tirar a puta da 4ª classe, palerma!

E agora, dormir que é do mai buom.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Ninguém me perguntou nada mas... #1

... como todos os outros blogues e sites de referência, também este se presta à publicação da sua lista dos melhores álbuns editados em 2008.
Diga-se que este não foi ano de ouvir muita música nova. Descobriu-se tardiamente muitos bons álbuns de 2006 e 2007, teve-se mais que fazer também, ouviu-se muito os clássicos, e portanto daquilo que ouvi, estes são para mim os 20 melhores álbuns de originais do ano da graça de 2008:


Ah, e como há que considerar a muita porcaria que se edita por aí, o pior não deverá ser "Intimacy" dos Bloc Party, mas é de longe a grande desilusão. Fraquinho, muito fraquinho.

Ol bi béque.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A arquitectura das palavras

Isto é quase bíblico! É o regresso do filho pródigo! Amén!

Depois da primeira vez, eis que está de volta a este espaço de divulgação cultural o artista, o Bob Dylan dos arraiais, o Obama de Santa Marta de Penaguião, the one and only, Nel Monteiro!

O realizador português experimentalista Edgar Pêra, já homenageado e premiado em edições anteriores do Indielisboa e não só, fez um documentário sobre "4 grandes momentos arquitect€urais" em Portugal, que é como quem diz, obras onde se gastaram milhões de contos de reis muito para além do projectado e em discordância com a realidade económica do país; a saber, o CCB, a Expo98, o Euro2004 e a Casa da Música.

Para abrilhantar, complementar e dar maior credibilidade ao documentário, convidou o grande Nel, não só a interpretar o seu muito apropriado hino de intervenção "Puta Vida Merda Cagalhões" (com legendas em inglês ganha outra dimensão e mostra que a mensagem de Monteiro é de facto universal) mas também a discorrer sobre a importância de "tratar as coisas pelos nomes", mais uma vez mostrando uma verbosidade e eloquência só ao alcance dos maiores. Incrível.

Estamos na presença de um documento bastante representativo da contra-cultura portuguesa do séc.XXI, ao qual todos deviam assistir e procurar interiorizar as palavras do enorme Nel Monteiro, quem sabe ao longo deste fim de semana de chuva.

Aqui vai, podem agradecer depois:



Bom fim de semana!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O bom gosto não se compra, ó barãozinho das astúrias!

Percebo que o meu dentista, além de sacana por não me pedir licença, tem uns gostos musicais fraquinhos, quando põe Linkin Park a tocar no portátil no início da consulta.

Mas percebo que não só são fraquinhos como são absurdos e paradoxais quando o telemóvel do mané começa a tocar a meio com aquele som brasileiro do 'você abusou tirou partido dji mim abusou' como toque.

Não há condições...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Thanksgiving is Murder

Gente feliz, li hoje no DN que os sacanas dos estado-unidenses, que americanos é outra coisa, matam a cada Dia de Acção de Graças nada menos que 50 milhões de perus, um autêntico holocausto!

Mas isto ainda fica mais absurdo quando se descobre que desde o final da II Grande Guerra se instituiu uma coisa triste e imbecil chamado 'perdão presidencial' que leva o próprio Presidente do país a salvar do forno um simples peru, fazendo disso um grande acontecimento.
O mundo ainda vai acabar com os animais a extinguir o Homem, e eu vou-me rir, enquanto um peru me esventra a tripa sem consideração.

Bom fim-de-semana e se forem para a vadiagem preparem-se para apanhar com muita aguinha no lombo.
Ah pois!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Pára tudo!

Ora aí está uma granda notícia!

Damon Albarn e Graham Coxon confirmam o regresso dos Blur em 2009!
Vá vá vá, agora é marcarem um tour que passe por aqui.
Coliseu? SBSR? Alive? Paredes de Coura? Festas de Arganil? Ovibeja? Que seja! 'Tou lá!


Blur - "Parklife" (1994)

Agora vou só ali tentar fazer um exame e venho já.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

"Wasn't that bitch dead a minute ago?"

No cinema, existem dois tipos de filmes maus. Aqueles que se levam a sério e que têm pretensões a fazer um filme de jeito mas que acabam por criar uma bodega indescritível. São muitos e estão por todo o lado.
Depois há os outros. Os que não se levam a sério e que têm precisamente a intenção de produzir um filme fatela, um Série-B mas de qualidade, no fundo um bom filme mau. Sim, porque até para fazer uma coisa ruim é preciso sabê-la fazer.
É o caso do novo filme-coqueluche do cinema "terror-mitra", com o título sugestivo de Zombie Strippers, em que um clube de strip clandestino gerido pelo Freddy Krueger vê-se a braços com um surto zombie. E o resto é fácil de imaginar.

Portanto, é deixar os preconceitos cinéfilos pseudo-intelectualóides de lado por hora e meia e apreciar um belo filme chunga, a caminhar para se tornar uma obra de culto, digo eu.
Ah, e sim, tem "gaijas bouas". Jenna Jameson não vos diz nadinha, querem ver?