quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
BTTF via Fringe
Já toda a gente sabe disto, mas para mim que ando a ver episódios de Fringe que saíram em Abril de 2010, é tudo uma novidade.
Adorei a referência a "Back To The Future" no (bom) episódio 2x16 de Fringe, que num universo alternativo em 1985, ano de estreia do filme, se vê um cartaz num cinema a anunciar Eric Stoltz como protagonista. Isto só tem graça porque Eric Stoltz esteve mesmo para ser o Marty McFly da trilogia mais mítica da minha infância. Stoltz trabalhou 5 semanas com Robert Zemeckis e gravou inúmeras cenas, mas acabou por ser substituído por Michael J. Fox, que era a primeira escolha e aceitou fazer um part-time na série de TV que o lançou, "Quem Sai Aos Seus", e outro no filme. E em boa hora, porque pelas imagens que há, o Eric Stoltz parecia metade Ian Curtis metade Eduardo (sem) Mãos de Tesoura, e tirava a comicidade toda à personagem com aquele ar soturno.
The 50 Coolest Books Ever
A revista Shortlist publicou uma lista dos 50 livros mais cool de sempre. Conheço quase todos mas a triste verdade é que só posso afirmar ter lido 6: "Fear and Loathing in Las Vegas" (Hunter S. Thompson), "Trainspotting" (Irvine Welsh), "One Flew Over The Cuckoo's Nest" (Ken Kesey), "Nineteen Eighty-Four" (George Orwell), "In Cold Blood" (Truman Capote) e "The Great Gasby" (F. Scott Fitzgerald).
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| O mais antigo da lista (1925) vai ter um remake no cinema ainda este ano pela mão de Baz Luhrmann |
Dos restantes 44 tenho perdida na estante a edição italiana do "A Clockwork Orange" (Antony Burgess) para ler desde 2007 e mais um par deles na wishlist da Amazon há meses largos, "Middlesex" (Jeffrey Eugenides) e "Everything Is Illuminated" (Jonathan Safran Foer), que serão para investir em breve, juntamente com Don Delillo.
Com tantos para escolher e existem 3 autores com dois livros na lista: Brett Easton Ellis, Thomas Pynchon, Chuck Palahniuk. Há ainda lugar para BDs como "Watchmen" (Allan Moore) e "Ghost World" (Daniel Clowes) e até para o poema "Howl" de Allen Ginsberg. Esta lista vale o que vale mas é incrível como não entra nela um único Bukowsky. "Factotum" está presente, my bad.
A lista completa aqui.
Gervais domesticado
Pois foi, este ano já não o deixaram esticar-se tanto e o monólogo inicial de Ricky Gervais nos Globos de Ouro 2012 foi bastante insípido e inofensivo. O que o ano passado parecia um lobo em estado selvagem, desbocado e incisivo revelou-se este ano um cachorrinho bem ensinado, mansinho, sem rosnar a ninguém, dá a patinha e rebola.
Quanto aos prémios, estão todos aqui. Não houve muitas surpresas. Gostei de ver "A Separation", Woody Allen, Octavia Spencer ("The Help") e o pequeno grande Peter Dinklage, ("Game of Thrones") serem premiados, e fiquei curioso em relação aos filmes "The Descendants", "The Artist" e à série "Homeland", que curiosamente estreia hoje na Fox.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Is it so wrong to think that love can keep us safe?
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Where are your friends tonight?
E está aí o trailer de "Shut Up and Play The Hits", o documentário da dupla Southern/Lovelace (responsáveis igualmente pelo doc sobre os Blur "No Difference Left To Run", que ainda não vi) que se debruça sobre o fim dos LCD Soundsystem, acompanhando o seu líder James Murphy durante 48 horas, antes durante e depois do último concerto da banda no MSG de Nova Iorque, aquele concerto para o qual se venderam 20000 bilhetes num par de horas e que no mercado negro ascenderam aos milhares de dólares.
Os LCD Soundsystem, que no fundo eram James Murphy e uns amigos a acompanhar, são uma das bandas da década, certamente um dos melhores projectos de bom rock dançável de sempre.
Tive a oportunidade de os ver por 3 ocasiões, e ao vivo conseguem ser poderosos e imaginativos, muitas vezes com as canções a desembocarem em jam sessions enormes capazes de transformar um recinto de um festival numa enorme pista de dança. A intensidade da 1ª vez ainda na tenda secundária do Sudoeste em 2005 com um JM completmente hiper-activo (o final com "Yeah" a demorar uma meia hora mas que poderia ter durado até de manhã que ninguém diria nada), o apogeu em 2007 como headliners no SBSR com 2 discos na mala, uma bnada sólida por trás e um alinhamento cheio de êxitos fortíssimo, à despedida morna no Alive de 2010, aqui a tocarem depois de Pearl Jam, o que era óbvio ser um erro de alinhamento inqualificável, pois não dá para subir mais a fasquia depois de EdVed e companhia abandonarem um palco. Resultado, tocaram uma hora só para eles, muita improvisação, pouca interacção (o público também era pouco, a debandada foi geral após os últimos acordes de "Yellow Ledbetter") que terá desiludido quem só os viu dessa vez. Eu guardo as melhores memórias, e estou muito curioso para ver este documentário. Talvez o IndieLisboa o consiga estrear cá antes do tempo, lá para Abril.
Save Community
De há largos meses para cá que deixei de acompanhar várias séries semanalmente, vendo os episódios assim que ficavam disponíveis you know where. Principalmente por falta de tempo, mas também porque custou-me a ultrapassar o trauma do fim de LOST - fffffffffffffffffuuuuuuuuuuuu só de me lembrar - que me deixou abalado ao ponto de durante uns tempos não ver qualquer série.
Mas isto de deixar as séries andar e depois juntar todos os episódios por ver e atirarmo-nos a eles como leões também é bom. Assim, ontem e hoje os meus serões foram agraciados com a visita da turminha do Community e os 10 episódios da season 3 que estavam para ver. O argumento continua recheado de pérolas e as personagens oferecem-nos momentos impagáveis em catadupa, há dois ou três episódios muito bons, mas outros bem fraquinhos que não teriam lugar em nenhuma das duas temporadas anteriores, superiores a esta. Mas Community fraquito é mesmo assim bom, e foi um prazer revê-los a todos, principalmente o grande Abed e a Annie, sempre um regalo para a vista!
Mas isto de deixar as séries andar e depois juntar todos os episódios por ver e atirarmo-nos a eles como leões também é bom. Assim, ontem e hoje os meus serões foram agraciados com a visita da turminha do Community e os 10 episódios da season 3 que estavam para ver. O argumento continua recheado de pérolas e as personagens oferecem-nos momentos impagáveis em catadupa, há dois ou três episódios muito bons, mas outros bem fraquinhos que não teriam lugar em nenhuma das duas temporadas anteriores, superiores a esta. Mas Community fraquito é mesmo assim bom, e foi um prazer revê-los a todos, principalmente o grande Abed e a Annie, sempre um regalo para a vista!
Entretanto descobri que a série está parada e corre mesmo o risco de ser cancelada, não se sabendo quando volta, apesar de existirem 4 episódios já gravados. Enfim, esperemos que a NBC não cometa o erro de fechar Greendale. Nem o Passos Coelho teria coragem de fechar esta escola, e para fechar escolas, hospitais e outros serviços públicos ele anda por aí.
Mas foi óptimo para fazer uma pausa em Fringe, série que me vem consumindo nos últimos tempos e ainda só vou a meio da 2ª temporada. Walter Bishop FTW!!!!!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Festivalão Coachella 2012
O Coachella é de caras um dos melhores festivais do mundo. Pena ter lugar no fim da civilização ocidental.
E este ano é também um dos maiores, com 6 dias de concertos em dois fins de semana. O cartaz é uma coisa completamente histórica, daqueles que se morrermos no fim, morremos felizes. Olhem bem para isto:
Devo referir como curiosidade que esteve festival deve, indirectamente, a sua origem aos Pearl Jam, pois em 1993 a banda descobriu esta área no meio do deserto da Califórnia, longe das grandes cidades californianas, para dar um concerto durante a altura da disputa legal com a Ticketmaster, que obrigou a banda a arranjar alternativas fora do circuito normal de salas e festivais controladas pelo gigante de venda de bilhetes.
O concerto foi gratuito e estiveram presentes 25 000 pessoas naquele que foi um dos concertos mais complicados da banda, devido ao comportamento do público que passou o concerto todo a mandar os próprios sapatos para o palco, o que chegou a levar a banda a ter de tocar atrás dos amplificadores. Vale uma pesquisa no Youtube. O concerto ficou conhecido como o "Shoe The Shoeless", devido a uma tirada de Eddie Vedder. Ainda assim a banda deu um concerto do caraças e a versão de "Blood" tocada neste dia saiu como lado-B do single de "Daughter".
A partir daqui, o local passou a receber concertos e festivais, com a primeira edição do Coachella a chegar em 1999, com Beck, Morrissey, Rage Against The Machine ou Chemical Brothers.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
This station is NOW operational
A isto é que eu chamo uma notícia. O anúncio da tantas vezes sonhada reunião dos At The Drive-In, para quem não sabe uma das melhores bandas ever to walk the face of earth. Há esperança.
Daqui.
Daqui.
"No... it's bad."
"Portlandia" é uma série de comédia do Independent Film Channel, que tira o seu nome do facto de se passar em Portland, Oregon, e conta com Carrie Brownstein, ela das riot grrrls Sleater-Keaney e actualmente de Wild Flag. Ora dá-se que esta de outro modo sériezita contou com uma participação de peso no seu último episódio. None other than Mr. Eddie Vedder!
Tudo à conta de um namorado da protagonista que tem uma tattoo do EdVed que a atormenta. Daí até o próprio estar a bebericar vinho com ela num piquenique, ostentando uma tattoo ainda pior, é um saltinho.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Show Me The Place
O fim de Janeiro trará o novo disco de Leonard Cohen. "Old Ideas" surge 8 anos depois do último "Dear Heather" e este é vídeo do single de apresentação.
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